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Tendência inversa: apps gratuitos mais rentáveis que os pagos?

A marca de 40 bilhões de aplicativos baixados por usuários representa a grandiosidade da maior loja virtual de aplicativos. No entanto, desde quando foi lançada, em 2008, a App Store tende a seguir o sistema padrão do mercado de softwares de PC ou de jogos de console: cobrar um preço fixo por um aplicativo. De acordo com uma matéria elaborada pelo BGT, um novo caminho mais rentável para substituir o velho padrão do clássico ‘comprar e usar’ já existe.

As ideias levantadas partem a partir de fatos concretos: primeiro, entre os dez aplicativos que mais geram receita no iPad, nenhum é pago; segundo, a situação dentro do universo do iPhone é parecida: entre os 10 apps que mais geram receita, apenas um é pago. Achou contraditório? Eu concordo, pode parecer, em um primeiro momento. O mais lógico é que o primeiro app da lista atual do Top de aplicativos pagos da App Store, Camera Wood, também ocupasse a primeira opção na lista dos top grossing. Não é o que acontece, ele ocupa a trigésima segunda posição. O segredo está nos famosos in-app-purchase. Criar jogos que fazem com que o usuário compre algo dentro do app depois de baixá-lo é muito mais interessante e atraente do que cobrar o valor fixo inicialmente.

Nota: o artigo foi publicado originalmente pelo portal norte-americano BGR. As informações contidas aqui não correspondem, necessariamente, à opinião da equipe iPod School.