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Com API 1.1, Twitter limita mais ainda recursos para apps de terceiros

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Por trás das possibilidades que o Twitter API 1.1 abriu para alguns desenvolvedores e das implementações bem mais simples para o lado deles [developer-friendly], há sempre aquele olhar de lamentação para cima da terceira maior rede social do mundo (o Twitter perde apenas para o Facebook, com 903 milhões de usuários ativos, e para o Google+, com 343 milhões).

Certamente com o intuito de, simultaneamente, manter a posição de liderança entre os aplicativos que acessam o Twitter e tornar a criação de um aplicativo que deixe o Twitter oficial no chileno inviável, a decisão da equipe da rede social do pássaro azul é limitar, cada vez mais, ferramentas que aplicativos de terceiros podem usar. Todos os recursos disponíveis para uso na API 1.1 encontram-se em um documento oficial dentro do domínio do Twitter [link]. Ao compararmos com a API antiga, que para de funcionar hoje, é evidente que recursos são limitados, e o problema vai além: as tokens de acesso têm limite em números. É por isso que o Tweetbot para Mac é vendido por um preço tão salgado: os desenvolvedores não podem ter o prazer de ver seu aplicativo vendendo em quantidades absurdamente altas porque não podem quebrar as regras de limites de API do Twitter. Por sorte, o Tweetbot para iPhone tem um limite imposto pelo Twitter bem maior, e não encaramos este problema de preço alto no iOS. Situação bem triste, mas que entra em vigor hoje: dia 5 de março. Deseje-nos sorte: estamos nas mãos do Twitter.